quinta-feira, 17 de março de 2011

No Consultório

No consultório:

- É grave, doutor?
- É minha filha. Seu problema é amor.

terça-feira, 15 de março de 2011

do avesso

Deus.
Bíblia.
Conceição e Roberto.
Cássio e Alzenira.
João Guilherme, Daniel Filho, Alice.
J and Sarah Thompson, e Carlos e Sandra Flores, e Ingrid Defazy. Não, não... os Oakley não.
Amigos, todos os muitos deles.
Passaporte.
Vistos.
Paris.
New York.
Toronto.
Escrever.
Ensinar.
Câmera.
Fotos.
Muitas fotos.
Cores.
Lua cheia.
Mar.
Barcos.
Avião.
Borboletas.
Camarão.
Salada.
Chocolate.
Morango.
Chocolate com Morango.
Vinho.
Champagne.
Livros.
Poesia.
Livros de Poesia.
O Vinícius e o Drummond.
Música alta.
Música no carro.
Amigos e Música juntos.
Playlist #atiracovarde.
Jazz.
Estrelas.
Lilás.
Vestidos.
Saltos.
Maquiagem.
Internet.
Celular.
Celular com internet.
Abraço.
Cheiro.
Gosto.
Amor.
Amizade.
Sinceridade.
Felicidade sempre.
Sorriso.
Surpresa.
Casamento na praia.
A voz da Milla cantando.
Afilhados.
Crianças.
Olhos.
Papo de menininha.
Novidades.


Muito, muito legal.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Seroplex

E ele estava lá, encarando-a.
Branquinho, pequeno, bonito.
Aquela era a saída para todos os seus problemas, para começar um ano bem, um ano feliz.
Depois de todo os sorrisos, de todos os objetivos alcançados, de tanta coisa...
Depois de cortes, de cicatrizes, de sofrimento, dor e angústia e depois de felicidades, de tamanhos menores, de mais leveza na alma e no corpo.
Elau estava triste sem motivo?
Não sei explicar. Não é assim que funciona o sem motivo?
O novo não atrai. Aliás, o novo tem seus problemas, também. E eles te deixam com mais problemas na cabeça. O novo, na verdade, é bom, mas conserta uma coisa que quebra outra.
Não parava de me olhar... ele dizia: "vem, vem.... eu te faço feliz".
Ela hesitou. Estava confusa. Queria um motivo pra não ter que fazê-lo, mas não encontrava nenhum.
Ela era feliz, antes. E agora, era feliz? Ela não sabia responder.
Ela sabia que, sim, tinha chegado muito longe em seus objetivos, mas não sabia se era feliz. Ela acreditava piamente que não existia felicidade plena, mas sabia que os momentos de felicidade que ela teve depois tinham compensado todo o sofrimento.
Mas, e agora? Eles compensavam?
Ninguém a pressionava,a não ser ela.
Ninguém a cobrava, a não ser a cabeça dela.
Ninguém a mandava voltar ou seguir, a não ser o corpo dela.
Ela se olhava no espelho e citava Cecília. Quem lhe havia roubado a face? Em qual espelho ela se perdeu?
Ela não sabia responder, ainda. Só sabia que, lá no fundo, ela sabia que ela hoje, era resultado das suas próprias decisões. As olheiras profundas eram a prova disso.
Ela o considerou. Ele continuava lá, olhando-a.
10 mg.
Ela engoliu, com a esperança de uma solução pros seus problemas.

Tchaubeijoenaomeliga ;*



PS: texto pensado a partir de uma cena de filme. resolvi escrever essa observação pra vcs pararem de achar que vou me matar! hahahaha!

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Au revoir, 2010!

E mais um ano se acaba.
Dessa vez, a gente ainda aproveita pra mudar de década, também. E chega a hora de fazer a nossa famosa lista de compromissos pra 2011.
Mas, ao invés de encher a minha lista de coisas que talvez eu nunca faça, resolvi agradecer por este ano.

2010 mudou minha vida.
Vai ser o ano em que morri e vivi de novo.
Vai ser o ano em que eu me livrei de 40kg, e me livrarei de muitos mais em 2011.
2010 vai ser o ano em que vi os corredores de uma UTI por 5 dias da minha vida, e não pretendo vê-los de novo nunca mais.
Vai ser o ano em que eu realmente vi quem são meus amigos, e aprendi que muita gente que você conheceu ontem te considera mais do que alguns que te conhecem a vida inteira, ao mesmo tempo que meu amor pelos amigos de anos atrás aumentou de forma considerável.
Vai ser o ano em que eu fiz fisioterapia, eu tomei remédio, eu chorei de dor. Vai ser o ano em que me olhei no espelho e detestei minhas cicatrizes.
Vai ser o ano em que fiz terapia, em que redescobri Deus, em que equilibrei meus pensamentos.
Certamente 2010 será pra sempre o ano do "antes" e "depois".
Vai ser o ano em que amei mais minhas crianças, que batizei meus afilhados (ou não). Que os filhos dos meus melhores amigos nasceram e eu os amei como se fossem meus.
Vai ser o ano em que tive que aprender a ter paciência, a ser tolerante, a ser compreensiva.
Vai ser o ano que mais uma vez arrumei as malas e parti rumo ao desconhecido, e vai com certeza ser o ano em que voltei pra casa. O ano em que deixei mnha família no Brasil, mas que achei outra família na França, tão feliz e estruturada como a minha.
Vai ser o ano pra ficar na memória, como aquele em que a minha família aumentou com a chegada de mais um componente.
Vai ser o ano em que eu comecei a usar o twitter e com ele fiz muitos amigos, e vai ser o ano que me orgulhei de ser jornalista quando vi um artigo publicado no jornal.
Em 2010, me orgulhei de dizer pros gringos que sou brasileira e não desisto nunca!
Em 2010 eu vi Paris de novo, eu pisei na neve de novo, eu conheci mais pessoas ainda. E coloquei mais um carimbo no meu passaporte!
Nesse ano, eu aprendi a dar mais valor às pessoas. Aprendi a dar valor a uma lata de sardinha com farinha e guarná jesus da mesma forma que a um fois gras com moët chandon.
Aprendi a ter tolerância com culturas diferentes, aprendi a valorizar um beijo, um abraço, um cheiro, uma música, um sabor, uma lembrança.
Aprendi, inclusive, que lembraças, essas sim, estarão sempre a salvo. E que nada que alguém faça vai apagá-las da minha vida. Nem mesmo as ruins, viu?
E em 2010, aprendi também que seus amigos vão ser seus amigos independente de onde você esteja, e a falta que eles fazem não vai ser compensada em novas amizades. por outro lado, as novas amizades vão dar uma nova cor à sua vida, também. E que encontrar os velhos amigos, por uma tarde que seja, é simplesmente mágico!
E foi o ano em que ouvi o Jamie Cullum cantar ao vivo! uma experiência linda!
2010 vai ser um ano em que eu vi meus amigos se dando bem. Vi minha família se dando bem. Também os vi se dando mal, mas com certeza com muito aprendizado envolvido.
E vai ser um ano em que eu dei mais aulas do que nunca!
E eu posso dizer que em 2010 eu me despedi de casa olhando nos olhos verdes de um grande amor... e dei entrada pra outros amores chegarem, me dando toda a tranquilidade que eu precisava pra viver em paz com o mundo.

Em 2010, vi a minha vida mudar completamente. 2010 is a year to remember.

tchaubeijomeliga ;*

sábado, 23 de outubro de 2010

Pai e Mãe, ouro de mina

Quando você mora fora, você começa a valorizar tudo o que você tem em casa e nunca achou que gostava. Coo aquele travesseiro velho, por exemplo. Mas hoje, você vê que ele tem a posição exata da sua cabeça desde que você tem 3 anos de idade.
Quando você mora fora, você percebe que seus pais e seus irmãos e sua família e seus amigos são as pessoas mais importantes da sua vida, e talvez você nunca tenha dito isso a eles.
A saudade de casa é a pior coisa que existe. Deixa o seu coração apertado, a sua garganta seca e a cabeça doente.

O brasileiro é um povo feliz. Liguei pra minha casa um dia e lá estava tendo uma feijoada pelo simples fato de que meus pais reformaram um banheiro e estavam "inaugurando". Feijoada, zoada, amigos reunidos. Sinto falta disso. Aqui na França, essa é uma vida que não existe. E nem é porque eles são frios, não. Eles simplesmente são diferentes, e se a minha opção foi vir morar aqui, que eu aprenda a aceitar estes fatos.
Sempre fui do pensamento de que, se você aprende a conviver com as diferenças, você vive melhor. Em todos os ambientes da vida, eu digo. Se você aprende que aquele cara do trabalho que não gosta de apelidos é simplesmente diferente de você, que chama todo mundo de um nome diferente, e a partir daí você o chama só de João, você tem o respeito dele e aprendeu a viver melhor, com mais um amigo. Assim tnho vivido meus dias aqui: aprendendo a respeitar as diferenças, a ausência da minha rotina de sempre e a presença de uma rotina beeeem diferente do que eu já estava acostumada.

Por outro lado, sinto do fundo do meu coração que aqui é o meu lugar. Que é aqui que quero morar, constituir família, trazer meus não-sei-quantos sobrinhos pra passar o natal com a Tia Rafa. Me sinto em casa, apesar de sentir falta da minha própria casa. De verdade. E sei que estes sentimentos de saudade são presentes SEMPRE, eu já os senti várias vezes, de uma forma até doída às vezes. Mas me fascina a forma que eu posso ajudar a inserir minha cultura na cultura francesa, o fato de que posso escrever de longe pra um jornal e mostrar pras pessoas como é a minha vida fora, o fato de que posso aprender outras línguas e ter a honra de ter um amigo em cada canto do mundo. A vida de quem mora fora é assim: globalizada. Estar na Europa é estar a um pulo de um país diferente e você começa a colecionar bibelôs. Um de cada lugar diferente.

E além de bibelôs, você coleciona amigos e histórias pra contar. E a cada vez que as conta, você revive na lembrança a felicidade daquele momento, o gosto de aventura, a magia daquele lugar maravilhoso que você teve a oportunidade dada por Deus de visitar e de passar bons momentos ali.

Pra mim, viajar é isso: viver e reviver a magia de cada lugar do mundo que Deus criou.

e tchaubeijoemeliga que eu tô atrasada ;*

domingo, 12 de setembro de 2010

Recomeçando

Ele empacotou tudo em duas malas grandes e não acreditava que a sua vida se resumia àquelas duas malas. Era difícil acreditar que ia embora, que ia mudar de cidade, de clima, de família, de amor, de amigos. Era complicado pensar que não ia mais vê-los, mas ele tinha certeza naquele momento que seu lugar não era ali. Precisava mudar. Alguma coisa dentro dele pedia pra ver mais coisas, viver mais um pouco, conhecer mais gente, falar mais uma língua. Sua alma não se aquietava, não conseguia. E logo, ele sabia que realmente, dessa vez, ele não voltaria nunca mais. Não sabia explicar, mas sabia que agra sua ida era definitiva.


Tinha tudo pronto na cabeça. Não sabia como faria para colocar em prática no dia-a-dia tudo o que pretendia, mas sim, tinha tudo planejado. Sua mania de perfeição não ia deixá-lo falhar, ele sabia que, no fundo, era um defeito chato, pois nem sempre tudo é perfeito, mas pode ser aproveitado. Tinha alguns dias pra fazer na cidade tudo o que ele achava que ia demorar um bom tempo pra fazer de novo. Queria se despedir dos amigos e das namoradinhas.

Era um homem de muitos amigos, portanto, iria demorar. A cada dia, se despedida de um bocado. Festas e mais festas, vida social agitada, bebida e comida. Muitas vezes, ao som do Bublé, ou não, né? Nesse intervalo, queria fortemente estar na companhia dos sobrinhos e da família. Tinha três sobrinhos, ele. Tinha um amor enorme pelos dois, como se fossem filhos de verdade. Não eram de verdade, mas com certeza eram no coração. Ganhou presentes dos amigos mais próximos e também deu presentes. Ia sentir tanta falta de tudo.... eles nem imaginariam o quanto. Nunca poderiam imaginar o papel deles na vida daquele homem, tão calejado pelos problemas da vida normal, mas forte o suficiente para saber amar cada um com suas particularidades.

Tirou um dia inteiro para se despedir só das namoradinhas. Um dia inteirinho! Ele não tinha todas essas namoradinhas, mas queria passar um tempo com cada uma delas. Ai, primeiro, ele resolveu almoçar com uma delas. Comeram, conversaram e se despediram normalmente. Um grande abraço e até mais.

A outra ele resolveu ir visitar em casa. Queria vê-la mais tempo, ele gostava muito dela. Já havia gostado bem mais no passado, mas ele ainda gostava de vê-la sorrir. Ela era alta e bonita, com cabelos escuros e usava aparelho nos dentes. Sentaram na calçada e passaram horas a fio conversando, aquele clima de tensão no ar, de beijo na boca. Ele queria muito beijá-la. Queria, mas não tinha coragem. E seguiram conversando, seus olhos fixos nela, na sua boca, na sua pele. Era realmente coisa de pele, ele gostava do cheiro da menina. Gostava do jeito que ela o via, achava que ela o olhava com um quê de “tira a roupa” e isso lhe causava frisson. Ele a achava bonita e sexy, mesmo com seu jeito desengonçado. Falaram, falaram, falaram e então ele resolveu ir. Deram um abraço apertado, bem apertado, tão apertado que ele tinha certeza que ela podia sentir o coração dele acelerado encostado nela. Ela o beijou no pescoço; ele queria beijá-la, queria muito mesmo, mas se conteve, pois tinha certeza que a fidelidade dela era importante, e ele não queria corrompê-la com seus caprichos. Por um momento, ele virou a cabeça, a fitou nos olhos e quase a beija. Quase! Mas resistiu, infelizmente. No caminho pra casa, pensou seriamente em voltar e dizer a ela para aproveitarem só mais uma noite, só mais um pouco, um único beijinho... mas seguiu rumo à solidão do seu quarto escuro.

O dia amanhecera diferente no outro dia. Era difícil dizer tchau, afinal. Faltava ainda uma menina a ser visitada, mas a vida foi mais engraçada. E ai, de repente, aquele amor estava lá, sentado na cama dele. Ela, que tinha sido o maior e mais recompensador de todos os amores, estava lá, na frente dele, esperando para lhe dar um abraço. Fez coisas inusitadas: estacionou, tocou a campainha e sentou na cama dele, meio à bagunça do quarto e aos amigos que o visitavam. Ele não conseguia tirar os olhos dela, ela era simplesmente linda! Conversavam sobre tudo, evitando qualquer outro tipo de assunto que não era a viagem. Ela olhava as fotos das cervejadas no mural dele e perguntava por amigos antigos, que ela lembrava, da época em que estavam juntos. Quando deu sua hora, ela levantou para ir-se. Ele a acompanhou até a porta e se abraçaram. Sua vontade era dizer a ela muitas coisas, era beijá-la e abraçá-la forte para que ela o convencesse de ficar, mas ele a abraçou algumas vezes. Ele sentia que ela também estava triste e queria dar-lhe um beijo, mas ele sabia que se a beijasse, ele ficaria mais triste ainda. Ele queria sim, dizer-lhe que ela havia sido o seu mais forte e verdadeiro amor e que agora ele continuava amando-a, mas agora era diferente. O amor era diferente, o carinho era enorme, a vontade de beijá-la era tremenda, mas ele sabia que de nada adiantaria. Ele queria muito ser seu amigo para toda vida e sabia que um beijo não cabia no momento. Nem um beijo de despedida. Ela casaria com outro mais adiante e ele se contentou em sentir que ela estava triste por vê-lo partir.

Subiu no avião com os olhos mareados lembrando de seus momentos. Ele, então, se despediu dos livros, dos discos, de alguns sapatos, de uma penca de amigos, da família, dos sobrinhos e levou no coração o amor de tudo e de todos, sabendo que agora recomeçaria em outro lugar na presença de novos amigos e na saudade dos que ficaram do outro lado do trópico e, quiçá, um novo amor, tão grande, intenso e recompensador como o que teve por aquela menina dos olhinhos verdes.

Tchaubeijomeliga! ;*


PS: Este é um conto. Qualquer semelhança com a vida real é mera coincidência =P

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Por Acaso, Pela Tarde

Ela era educada, de boa índole, estudara em boas escolas. Era bonita, até. Andava sempre com gente mais bonita do que ela, mas ainda assim chamava a atenção dos homens de lá. Era charmosa, tinha carisma e falava bem.

Ele era simples. Terminou a faculdade por obrigação - "pra ver se conseguia passar num concurso", ele dizia. Não se interessou em estudar mais, dizia que o trabalho era o que dignificava o homem. Não se interessava por roupas de marcas, não gostava de ler, comia rápido e não entendia de carros, o que pra ela era um ponto extremamente positivo. Andava com a barba sempre por fazer e era muito cheiroso.

Ela falava três línguas estrangeiras e já quis ser diplomata, um dia. Hoje, se contentava em advogar. Era criminalista. Tinha uma paixão retraída por vinho suave, mas se dizia entender de vinhos brancos e secos. "Melhor tomar com peixe ao forno, sempre uma boa pedida", gabava-se.

Ele só bebia cerveja. Gostava mesmo era de comer tripinha frita no bar do Seu Geraldo. Aquela bem gordurosa e misturada com farinha. A página policial era o seu prinicipal atrativo em um jornal. Ele valorizava boas amizades e tinha mais amigos na praça do que dinheiro no banco. Mas vivia bem. Não esbanjava, mas vivia bem. Tinha o que precisava e ainda sobrava pras festas do final de semana.

Ele e Ela não se conheciam, mas tinham coisas em comum. Ela e Ele gostavam e fotografia, de barcos à vela, de frango à milanesa. Pensavam em passar um carnaval em Salvador, um reveillon em New York, uma Semana Santa na Turquia. A lua de mel nas Ilhas Maldivas. Queriam casar - de véu, grinalda, gravata borboleta e fraque. Não se atrasavam, pagavam as contas em dias, iam ao cinema de vez em quando.

Ipanema, colorida pelo sol, ficou pequena praquele dia. O vento ajudou soprando o chapéu dela pra perto dele. Ele, com sua gentileza de berço, percebeu.

"Oi! Esse chapéu é seu?"

E foi assim, por acaso, pela tarde, que o mundo parou pro resto da vida.

tchaubeijomeliga ;*


PS1: Atualizando.... eu sei....escrevo quando eu quiser, ok? =p
PS2: Não, não vou conseguir me despedir de todo mundo, mas sintam-se beijados e amados por mim.
PS3: "Por Acaso, Pela tarde" é o nome de uma música de Celso Fonseca, e inspirou este post, escrito ao som dela...